Molho Bechamel de Limão

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Já perdi a conta aos dias que deixei de aqui vir. As semanas passam num instante, e, se ainda ontem era 2014, hoje, já Jneiro vai a mais de metade.

Para meu espanto os seguidores na página do facebook aumentaram, mesmo sem novas publicações nas últimas semanas.

Confesso que parte de mim continua a viver no tempo da pedra. Continuo com o meu telefone Nokia, de botões, sem acesso à internet, e, por isso, levo tanto tempo para me aperceber dos mimos que vão chegando através da palavras de quem lê este blog.

A panela de pressão ainda termina o jantar e neste momento ainda não passei pelo feed de notícias para saber o que agora está na moda, dos pratos às decorações.

Mais tarde, depois das barrigas cheias e felizes, prometi a mim mesma voltar para ver as novidades.

Por agora fica a receita do molho béchamel de limão, receita do livro Tesouro das Cozinheiras. Simples de preparar e fica com um gosto muito bom, a limão pois então.

Molho Béchamel de Limão

40gr de manteiga; 30gr de farinha; 400ml de leite morno; sumo de 1/2 limão, sal e pimenta qb

Colocar num tacho a manteiga e levar ao fogo até fazer espuma. Adicionar a farinha, e mexendo sempre, juntar o leite morno aos poucos deixando a farinha cozer tendo o cuidado de não fazer grumos. A vara de arames é boa para esta operação. Por fim o sal, pimenta e sumo de limão. Por precaução é melhor passar o béchamel por um passador de rede fina para eliminar qualquer grumo que possa haver.

Fiquem bem e até breve.

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Das Mini Férias e das Comidas…

Umas mini férias com 6 meses no tempo. A primeira viagem de avião a 4. Dias que passaram depressa demais para tanto que há para se ver e fazer. Pelo meio as birras do costume, de pequenas e grandes. Disneyland Paris aqui vamos nós.

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Chegamos uma segunda-feira de manhã e voltamos numa quarta-feira depois do almoço. Alguns divertimentos estavam fechados, com muita pena minha.

Há muito para explorar. Diria que no mínimo são precisos 2 dias inteiros para se poder ver e andar em tudo quanto é diversão 🙂 e nós não conseguimos andar em todos.

Assim que entramos dentro do recinto sentimos que estamos numa mini cidade americana dentro da Europa. A recriação de cenários e espaços existentes é surpreendente.

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Na última noite assistimos a um típico show de índios e cowboys americanos e cavalos. O espectáculo decorre dentro de uma arena onde em cada degrau ficam as mesas corridas que dão a volta à área. A comida servida durante o jantar é bem ao estilo american way. Havia frango assado e pianos besuntados em barbecue sauce. Tudo isto servido por empregados que carregavam os tabuleiros ao pescoço, como se estivéssemos num jogo de basebol ou futebol americano.

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Ficamos no Disney Hotel mesmo à entrada do parque. A recepção e os corredores do hotel têm a imponência a que os filmes americanos me habituaram. No entanto, os quartos pecam pela sua reduzida dimensão e pela cama minúscula, que deveria ser king size para combinar melhor com toda aquela grandiosidade inicial.

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Há alcatifa por todo o lado, aliás deve ser mesmo um vício americano pois nos filmes vejo-a constantemente, nos quartos, corredores, salas de estar e refeição, lojas, enfim, só não a vi nas casas de banho.

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Enquanto deambulamos pelas ruas em modo a dormir-acordado-stressado passamos pelas típicas lojinhas e restaurantes. Vejamos a lista de maravilhas culinárias, pizzas congeladas que aquecem nos micro-ondas, cup-cakes e cookies gigantes a preços astronómicos para a parca qualidade que apresentam, hot-dogs em modo fast food, saladas embaladas sem pinga de sabor e água que sabe tão bem quanto a que muitas vezes se bebe em Espanha.

Salve-se o pequeno-almoço onde há ovos, fruta, iogurtes e aqueles croissants ainda quentes pelos quais vale a pena esquecer a linha durante estes dias. Tirando este raro momento do dia tudo se resume a fritos e fast-food. 

Mas se a comida deixa muito a desejar, e nos faz pensar que se as princesas a comessem todos os dias não seriam tão delgadas quanto as vendem, o mundo de diversão que há a explorar faz-nos sonhar e querer experimentar tudo, sim nesses dias podemos ser o que quisermos.

O recinto divide-se em áreas distintas e com temas diferentes:

Fantasyland – como indica o nome é nessa área que se podem encontrar todos os cenários e diversões dos grandes clássicos da Disney, sendo que o palácio da Bela Adormecida é a imagem de marca da Disney. Por lá se encontram também o Dumbo, O País do Conto de Fadas, Pinóquio, entre outros.

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Adventureland – nesta área podemos encontrar o Pirata das Caraíbas, Aladino, O Barco dos Piratas e até mesmo a caveira que brota água e que faz parte de desenhos animados como a Sininho e o Capitão Gancho

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Frontierland – aqui podemos encontrar o verdadeiro oeste americano, a casa assombrada 🙂 uma montanha russa e até mesmo um porto onde está o grande Molly que nos leva a viajar durante cerca de 15-20m por um pequeno lago, bem a fazer lembrar o Tom Sawyer (apesar deste nada ter a ver com a Disney).

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Discoveryland – aqui a diversão é mais voltada para os meninos mas isso não me impediu de entrar no pavilhão do Buzz Lightyear 2 vezes, aliás dos meus divertimentos favoritos onde sentados em pequenas carruagens temos que acertar em vários objectos com um laser vindo da pistola do Buzz. Também por aqui está o capitão Nemo, um visita à Guerra das Estrelas com direito a viagem no espaço e ainda uma pista de carros onde os mais pequenos, de acordo com a idade, podem eles mesmos conduzir um carro 🙂

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Para quem aprecia passeios num comboio, a fazer lembrar os bem antigos movidos a carvão, existe um que dá a volta ao parque sendo que tem várias estações espalhadas. Vale a pena a viagem, pois além de uma perspectiva diferente do parque dá um jeitão quando as pernas já estão cansadas e temos que fazer o caminho de volta.

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Nesta parte do parque existem inúmeras opções de divertimento para todas as idade e gostos. Há vários divertimentos compostos por carruagens, sob carris ou pequenos cursos de água, com mais ou menos luz e que nos podem arrepiar, assustar ou fazer rir e querer repetir. A parada da Disney é um dos momentos altos do dia bem como o espectáculo de fogo de artifício, em tudo igual ao que mostram os filmes quando começam, fabuloso e dos quais não tenho registo pois a bateria não aguentou.

Devido às filas que podem haver e dependo da forma como adquiriram os bilhetes, se por exemplo têm aquilo a que se chama fast-pass , aconselho a que os deixem para os divertimentos mais concorridos pois este tipo de ingresso dá para nos colocarmos numa fila menos e mais rápida.

A outra parte do parque diria que é mais para os graúdos, isto no que toca a divertimentos, pois nem todos podem ser frequentados por crianças com altura inferior a 1.02m ou quem é susceptível de doenças de coração. Digo isto pois existem divertimentos que elevam a adrenalina a um expoente máximo, como por exemplo a queda livre num elevador de um hotel assombrado ou num divertimento que se assemelha a uma carapaça de tartaruga e que vem a pique 🙂  Sou suspeita mas adoro este tipo de emoções.

Falo então do recinto da Walt Disney Studios – aqui nem tudo é mais direccionado para os crescidos pois é neste local onde estão os cinemas que passam vários filmes e espectáculos durante o dia, incluindo uma perseguição ao vivo e conhecer o famoso Faísca ou até mesmo ir a Hollywood.

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Há ainda a parada da Disney, o momento onde vi as miúdas completamente extasiadas e histéricas ao verem as suas personagens desfilar mesmo à frente dos seus olhos.

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Podia ter feito um post mais pequeno, pois podia, mas não creio que fosse a mesma coisa.

Para quem pensar fazer um passeio em família até lá vale bem a pena e aqui deixo umas dicas que vos poderão ser úteis:

  • A primeira coisa é fazerem uma boa pesquisa sobre ofertas e preços pois nem sempre as agências de viagens os têm. Nós fizemos a compra através do site da Disney no UK e foi mais barato que as outras ofertas e promoções que por aí vimos;
  • Vejam a temperatura, pois a diferença do nosso país para lá pode atingir facilmente menos 10ºC;
  • Fomos em Março e apesar de alguns divertimentos estarem fechados para manutenções achei que foi uma boa altura e sem grandes tropelias e multidões, se bem que havia que bastassse;
  • Não esperem encontrar boa comida no recinto ou água porque isso é pura “fantasia” – ou então escapou-me um bom sítio durante a visita;
  • Partimos de Lisboa e fomos na TAP, a viagem foi rápida e sem sobressaltos. O avião aterra no aeroporto de Orly onde existe uma paragem do autocarro que nos leva para a Disney. Os franceses primam pela simpatia, atravessei o aeroporto todo e ninguém percebia inglês.  Não fosse o meu francês de escola e ainda hoje andava à procura do número da paragem.

Por último, façam a mala convictos que de que ao chegar ao parque irão deixar o lado sério e o peso de ser adulto e divertirem-se à grande 😉

Até breve.

Quando os Ovos não Estão

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Esta coisa de aquecermos a água para que as batatas e os legumes cozam mais depressa acaba muitas vezes em esquecimentos.

Quem nunca abriu a panela e descobriu que afinal os ovos não estão.

A minha mãe sempre me disse que os ovos não se colocam em água a ferver pois podem quebrar. Está-se mesmo a ver, eu, ovólatra assumida – nem sei se o termo existe- é descobrir que os ovos não estão e começo com a ficar com ansiedade. É verdade, fico mesmo.

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Nos tempos em que a minha Carlinha vivia bilinha, até rimou, ensinou-me que o jarro eléctrico pode ter mais um uso que não aquecer água. Ah pois é, ele também COZE ovos, a uma velocidade incrível, não se partem e cozem mesmo. Dúvidas? Ora experimentem lá.

Colocar os ovos no jarro e encher de água fria até ao limite indicado no jarro, o meu tem capacidade de 1,8Lt. Clicar no botão e tcha naaaaan 🙂 ovos cozidos. Assim que desligar, o meu desliga sozinho, deixar em repouso 2m. Os 2m foi o meu medo de os achar crus…

Enjoy. Até já.

P.S. parceira vê lá se te despachas que estás a precisar de ovos para te recompores 🙂

Como arrefecer chocolate derretido

Arrefecer chocolate

Aqui fica a minha dica para arrefecer chocolate derretido em banho-maria. É um método muito fácil, e não precisamos de cubos de gelo.

Basta colocar as embalagens térmicas congeladas, daquelas que vão na cesta do piquenique, por debaixo da taça onde derreteram o chocolate. Depois, e com toda a paciência do mundo, e isto para mim é um momento de descontracção pura,  vamos mexendo o chocolate até ficar liso e brilhante.

Se necessário ir substituindo as embalagens à medida de aquecem.

Boa semana e até breve.

Bolo Mousse de Chocolate

bolo mousse de chocolate

Para comer à colherada e receber sorrisos, e abraços.

Porque é uma boa solução quando fazemos mousse de chocolate a mais (achava que mousse de chocolate nunca era demais).

Mousse de chocolate

Derreter em banho maria 200gr  de chocolate com 60ml de natas. Deixar arrefecer mexendo sempre até obter um creme denso e bem liso. Bater 6 claras em castelo bem firmes. Bater 6 gemas com 100gr de açúcar até fica em creme. Adicionar o chocolate ao creme das gemas, apenas quando estiver morno/frio para as gemas não talharem. Por fim envolver com cuidado as claras. Levar ao frio durante pelo menos 2h.

Sobrou cerca de metade da quantidade da mousse de chocolate e as miúdas depressa arranjaram solução, bolo de chocolate.

Juntei cerca de 1 colher de sopa de farinha com fermento, umas amêndoas torradas, e envolvi bem. Pré-aqueci o forno a 175ºC e untei umas formas. Deixei cozer cerca de 15m e apenas retirei quando o centro ainda tremia ligeiramente mas estava firme.

Tão bom…

Até breve, tenham um fim-de-semana docinho.

Açorda de Bacalhau com Ovo Escalfado

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Acreditem ou não, a verdade é que me sabe melhor o que cozinho de aproveitamentos do que muitas vezes algo que é feito de raíz, se bem que aqui não é 100% verdade.

Tinha pão com uma semana e duas postas de supremas de bacalhau, congeladas, que não tinham sido usadas.

E assim se fez uma açorda de bacalhau que, modéstia à parte e elogios das crianças, ficou bem boa.

É muito fácil de fazer e de certeza que sai sempre bem.

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Ingredientes: Pão duro, ovos, bacalhau, sal, azeite, alhos, coentros, vinagre.

Começar por cozer as postas de bacalhau. Cortar o pão em pequenos cubos. Depois de cozidas retirar o bacalhau da panela e reservar a água. Colocar o pão dentro da panela e juntar uns dentes de alho esmagados. Deixar repousar com a panela tapada cerca de 10m. Desfiar o bacalhau e reservar.

Numa frigideira colocar um pouco de azeite e alhos esmagados. Retirar o pão da panela com uma espumadeira – ou escumadeira – de modo a que escorra a água, caso tenha colocado em excesso, e, numa taça, misturar com o bacalhau desfiado, os coentros e ovos batidos. Não há quantidades nem medidas exactas pois faz-se usando o bom senso de acordo com o que temos em casa.

Colocar a mistura do pão na frigideira e deixar alourar. Enquanto isso fazer os ovos escalfados. Colocar água fervente numa panela com um pouco de vinagre, cerca de 1 colher de sopa, e, quando levantar fervura, mexer a água com um garfo de modo a criar um remoinho, e em seguida abrir 1 ovo. Deixar cozinhar até a clara estar branca. Repetir o processo para cada ovo.

Serve-se a gosto, mas, eu, gosto particularmente de colocar a açorda primeiro no prato e depois o ovos escalfado por cima.

Do regresso…

Não abandonei o blog. As aventuras a partilhar continuam pela cozinha e as fotos acumulam-se na máquina. As semanas foram passando e rapidamente se transformaram em meses. Continuo igual a mim mesma, mas, os últimos meses foram exclusivamente meus, e sim fui egoísta. Abdiquei do meu tempo de mãe, em que chegava a casa e já dormiam, para fazer algo por mim em paralelo com o lado profissional. E que bom que foi. Agora que se aguçou a sede fiquei com vontade de mais.

Há muito que não vinha ao meu blog apesar de ir seguindo tantos outros e vendo o que por cá, e por lá, se faz. Sempre de fugida, que o tempo é racionado e as palavras seriam mais que muitas.

Obrigado pelos vossos comentários simpáticos, pelas visitas diárias, pela companhia.

Até já.

Molho para Peixe Grelhado

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Os dias vão passando e tenho deixado a escrita e o blog sempre para depois. E as saudades são muitas, muitas mesmo. As refeições vão sendo feitas à base de saladas e, imagine-se, sopa fria. Com o calor tenho aprendido a apreciar sopa fria.

Não há registos do que por aqui se faz, pelo menos fotográficos. Na memória vão ficando gravados os pequenos episódios do crescimento de uma família, os passeios depois do jantar para comer o gelado, ou, simplesmente, para caminhar, ver e sentir o Verão.

As ruas cheiram a mar, a protector solar, a peixe grelhado. Há sorrisos e boa disposição, que tão bem sabem depois de um dia de trabalho.

Por isso, e sem perder mais tempo partilho um molho simples e com história.

Aprendi a fazer este molho simples com a minha avó, que, por sua vez, passou o saber e o sabor à minha mãe. Como é simples, e torna qualquer peixe grelhado ou carne deliciosa, achei que merecia um post, afinal, é um sabor com história.

Precisamos de:

  • Azeite qb
  • Alhos laminados qb
  • Pimentão Doce/Colorau qb
  • Vinagre qb
  • Coentros qb

Colocar o azeite numa pequena frigideira com os alhos laminados e deixar amornar. Colocar na travessa/prato onde vai colocar o peixe/carne. Adicionar o pimentão doce e o vinagre, mexer bem com um garfo para misturar os sabores. Por fim os coentros frescos picados.

Uma fatia de pão ou broa de milho para degustar o molho combina muito bem 🙂

Espero que gostem e obrigado pela vossa companhia.

Fiquem bem e vamos aproveitar o Verão de braços abertos que o tempo voa.

Creme de….

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Creme do que apetecer, entenda-se legume a gosto. Este é de abóbora, batata e courgete. Ainda que as sopas de Inverno ainda não estejam arrumadas apetece, por vezes, um simples creme legumes. Ainda assim, o frio de hoje e as nuvens no ar lembram-me que é dia de fazer uma sopa de Inverno, daquelas com carne, legumes aos pedaços e arroz ou massa.

Mas, por agora, fica a sugestão de um creme de abóbora.

Fazer uma sopa, desde a mais simples à mais elaborada, pode parecer simples, mas nem sempre o é, eu que o diga.

Com muitas observações pelo meio lá fui chegando a bom porto.

  • Nem todos os legumes têm as mesmas quantidades de água, por isso, a máxima de tapar os legumes com água para obter uma sopa creme nem sempre resulta muito bem;
  • Coloco sempre água acima dos legumes, e, depois de cozidos, retiro o que está acima do nível dos legumes para uma taça;
  • Passo a varina mágica, e, se necessito de um creme mais ou menos aveludado vou colocando conchas da água da cozedura dos legumes.
  • Deste modo posso ajustar o meu creme sem perder sabor, pois juntar apenas água quente retira o gosto adquirido durante a cozedura;
  • Aprendi com a minha mãe que se coloca sal ao cozer, ou seja, quando se coloca a fazer a sopa, e azeite ao ferver. Neste último caso, adiciono o azeite depois de cozidos e antes de passar a varinha mágica. Deixo levantar fervura e passo a varinha mágica.

Até já, boas sopas e boa semana.

O Meu Milagre Tira-Gorduras

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De há uns anos para cá descobri este produto fantástico e com resultados garantidos. É difícil encontrar um bom tira gorduras, mas não impossível. O KH7 é um tira-gorduras implacável. Limpa as grelhas dos grelhadores na perfeição e o fogão sem esforço. E como a cozinha é o mundo de quem aprecia a culinária lembrei-me de partilhar um bom aliado na sua limpeza. Encontra-se em qualquer grande superfície.

Um dia apresento o meu super pano que limpa sem deixar rasto.

Resto de boa semana. Até já, e obrigado pela companhia.

O sol brilha, a Primavera volta devagar, já pensaram nas férias? AQUI mais informação, não digam a ninguém mas sou eu que tenho a chave 😉

Temperar Carne – Fácil, Sem Sujar

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  1. Escolher a carne.
  2. Abrir um saco plástico e colocar a carne dentro.
  3. Juntar os temperos a gosto, incluindo um fio de azeite.
  4. Fechar o saco e agitar.
  5. Guardar no frigorífico até à hora de usar.
  6. Ligar o forno.
  7. Tirar do saco e colocar numa travessa de forno.
  8. Deixar cozinhar.
  9. Saborear.

Atá já.

A Arte de Bem Distribuir

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Distribuir colheradas de massa por formas de papel minúsculas, quando ainda há tanto para fazer, pode ser um excelente treino à paciência de qualquer um. No entanto, se for preciso acelerar o procedimento, o copo medidor pode ser um bom aliado. Já diz o ditado que é a necessidade que aguça o engenho. Ei-lo, e com vontade de meter a colher.

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E é tão fácil. Foi num instante que as formas ficaram cheias e sem sujar nada. A receita dos mini bolos mousse de chocolate está AQUI.

Boa semana.

Bem sei que… Mas se souberem de alguém que ainda…

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Bem sei que as coisas estão difíceis, mas, se souberem de alguém que ainda tenha possibilidade, e goste, de fazer umas férias no sul, mais precisamente em Portimão, pedia ajuda no sentindo de divulgarem ou entrarem em contacto comigo, pois tenho contacto directo com o proprietário.

É um apartamento com 3 anos de uso, sempre pelo proprietário, que está fechado vai para 6 meses por motivos pessoais/profissionais.
Tem condições para 4 adultos e está muito bem localizado.
Podem consultar mais fotos na página do Facebook do blog clicando AQUI.

Mais informações entrem em contacto comigo através do e-mail do blog, saborezcomhistoria@gmail.com ou o do proprietário, mafmoreiras@gmail.com.

Obrigado e continuação de boa semana.

Tostas na Torradeira Sem Sujar

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Eu sou aquela pessoa que não faz batatas fritas em casa para não ter que limpar, e ainda bem. O corpo agradece. Ainda assim, não sou puritana ao ponto de recusar a travessa de batatas fritas que vem com o frango na churrasqueira. Mas, digamos que é uma excelente forma de minimizar as coisas, é que não vou à churrasqueira todas as semanas.

Dentro do mesmo género de opções está a tostadeira cá de casa e que é muitas vezes trocada pela torradeira.

Desde que descobri este pequenos sacos para tostas na torradeira que tem sido muito mais fácil comer tostas. Não que faça disso um hábito, mas, sempre é melhor trocar as torradas e manteiga por uma tosta de queijo fresco e fiambre.

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Não tem as riscas que caracterizam algumas tostas mas garanto que é o resultado é final é ainda melhor. Este sacos são reutilizáveis e laváveis à mão ou na máquina. O queijo que derrete não agarra ao saco. Ele há coisas fantásticas e esta é uma delas. Comprei no Continente e custou cerca de 2€ um pack com 2 sacos.

Bolo de Iogurte, O Mais Procurado

IMG_1399Todos os dias olho os termos mais utilizados através dos quais os visitantes aqui chegam, e, curiosamente, todos os dias, a maior afluência vem do termo “melhor bolo de iogurte” e acabam por “encalhar” neste, e provavelmente, noutros blogs.

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Por isso, e não sendo eu especialista, e correndo o risco de parecer “básica”, achei que devia fazer um post dedicado ao bolo mais famoso e versátil do nosso Portugal.

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Não sendo eu uma expert na matéria deixo as minhas dicas de como faço para que tudo possa correr bem

Um bolo que dispensa a balança, dado às mais variadas combinações e que fica sempre bem. No entanto, há sempre a procura pela perfeição, e eu, encontrei a receita perfeita, já antes partilhada e agora com pompa e circunstância.

E porque merecia uma comemoração, e uma inovação, fiz o clássico bolo de iogurte e ainda juntei ameixas… de África, e, bem boas.

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  • Precisamos de 4 ovos, tamanho L,  1 iogurte de aroma à escolha, 125gr – usei natural açucarado, 1 medida do copo de açúcar, 2 medidas do copo de farinha com fermento – Branca de Neve Fina, 1 medida do copo mal cheia de óleo, 1 medida do copo de farinha Maizena, raspa de 1 limão. Ligamos o forno a 170ºC.
  • Começar por bater as claras em castelo, assim não precisa parar para lavar as varinhas, e deixá-las em picos suaves
  • Juntar o açúcar às gemas.
  • Bater até estarem bem cremosas e fofas.
  • Adicionar o iogurte e bater.
  • Juntar o óleo e bater.

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  • Juntar a raspa de 1 limão à massa.
  • Peneirar as farinhas, desta forma a massa do bolo vai ganhar leveza e elimina grumos de farinha.
  • Adicionar a farinha e mexer com uma colher-de-pa.
  • Por fim juntar as claras em castelo e envolver em movimentos suaves de baixo para cima. Este procedimento vai dar ar à massa e ajuda a criar um bolo fofo e alto.
  • A massa deverá ficar com aspecto de mousse.
  • Untar uma forma, a gosto, com manteiga. Uso uma folha de papel, pois acho prático e limpo.

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  • Nesta fase pode optar-se por fazer um bolo simples ou ser mais ousada. Depois de a forma untada colocar um pouco de açúcar no fundo e fruta a gosto, optei por ameixas.
  • Colocar a massa com cuidado em cima da fruta e abanar ligeiramente a forma de modo a que as bolhas de ar saiam. Evita buracos na massa durante a cozedura.
  • Colocar a forma no forno previamente aquecido a 170ºC. Quando a temperatura é demasiado alta o bolo pode  partir e crescer torto. Se a massa parecer muito escura deve colocar-se uma folha de alumínio para terminar de cozer.
  • O meu bolo esteve cerca de 45m no forno, sendo que nos últimos 15m o tapei com folha de alumínio e liguei apenas a resistência de baixo. No entanto, cada forno é diferente, convém vigiar.
  • Quando pronto retirar do forno e colocar a forma em cima de uma grade, nunca directamente no frio, pois desta forma corre-se o risco de o bolo abater devido ao choque térmico.
  • Deixar arrefecer dentro da forma e quando morno desenformar e deixar terminar de arrefecer numa rede. Quando se desenforma um bolo ainda quente corremos o risco de este se partir.

Depois de frio polvilhar com açúcar e canela em pó. Servido com uma bola de gelado de baunilha fica ainda melhor.

Boa semana e… até já.

Está na hora… Sumo Detox

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A caminho da Primavera, todos os anos sinto a mesma coisa, por muito que tenha cuidado, sinto-me uma ursa, que, em processo de hibernação, acumula reservas de gordura para combater o frio. É assim que o meu corpo reage, protege-se do frio com umas gordurinhas extra.

Como não é veste que aprecie muito, e agora que os sumos e batidos apetecem cada vez mais, pois a fruta vai chegando, tenho andado a tomar este sumo, delicioso diga-se de passagem. Se produzirá o efeito desejado veremos, mas ajuda ao bom funcionamento dos intestinos devido à fibra da fruta.

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Espremer o sumo de 1 Toranja, 2 Laranjas,  1 Limão e 1 Lima.

Manter o corpo hidratado é importante, assim como uma alimentação equilibrada e um pouco de exercício. Não é preciso ser atleta de alta competição, basta sair, caminhar, correr atrás dos filhos ou do vento. O corpo agradece e a mente também.

Bom fim-de-semana.

Pizza passo-a-passo

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Fazer pizza em casa é fácil e é bom.Ainda que algumas vezes se vá ao sítio de sempre para comer uma boa pizza, nem sempre apetece sair de casa, gastar dinheiro extra, por isso faço muitas vezes pizza em casa e todos gostam.

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Uso a mesma receita vezes sem conta pois é muito fácil, sai sempre bem e já a sei de cor. Boa semana.

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Ingredientes: 210gr de farinha sem fermento, uso Espiga T65; 120ml de água; 10gr de azeite; 10gr de mel; pitada de sal fino; 5gr de fermento seco.

*Esta ficou ligeiramente mais alta pois a farinha acabou e tive que completar com farinha para bolos, que em hora de aperto resolve o problema 🙂

  1. Ligar o forno a 50ºC;
  2. Colocar os ingredientes secos numa taça e misturar;
  3. Levar ao microondas para amornar a água+mel+azeite, abrir uma cova na farinha e deitar a mistura morna;
  4. Colocar os ganchos de amassar na batedeira;
  5. Misturar bem até obter uma bola homogénea e a massa despegar das paredes da taça;
  6. Com as mãos amassar mais um pouco até obter uma massa lisa;
  7. Untar a bola de massa com um fio de azeite – evite que a massa seque enquanto leveda;
  8. Tapar a taça e colocar no forno ligado previamente a 50ºC durante 15/20m;
  9. Se massa já tiver duplicado de volume está pronta a ser trabalhada, retirar do forno e aumentar a temperatura para 200ºC;
  10. Untar levemente a bancada, e, com a ajuda com rolo estender a massa do tamanho pretendido;
  11. Colocar no tabuleiro que vai ao forno e picar o fundo da massa – evita que a massa levante durante a cozedura;
  12. Pincelar com ketchup a gosto;
  13. Guarnecer com os ingredientes que apetecer ou tiver disponíveis;
  14. Levar ao forno até o queijo dourar, retirar e deixar arrefecer um pouco numa rede.
  15. Se sobrar massa pode-se congelar ou guardar no frigorífico durante 1 semana. Para refrigerar apenas untar levemente película aderente com azeite e colocar a massa, enrolando e não apertando muito pois a massa irá levedar. Se optar por congelar basta seguir o mesmo procedimento anterior mas colocar a massa em sacos zip.

Pequenos Nadas que Sabem a Tudo

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Gestos simples, uma travessa cheia de pequenos nadas que sabem a tudo. E eu gosto tanto. Gosto que a palavra comer combine com a essência mais profunda daquilo que também ela deve ser, simples.

Porque a simplicidade ainda está e deve estar sempre na moda faço muitas vezes estas batatinhas, como acompanhamento de peixe ou carne grelhada.

Tão simples como cozer as batatas com um pouco de sal. Quando cozidas escorrer a água e colocar numa travessa. Numa pequena frigideira colocar azeite, folha de louro e alhos qb. Deixar o azeite aquecer, e, assim que os alhos começarem a estalar está pronto. Regar a batatinhas e servir. Simples não é?

Bom domingo. Até já.

Maçãs Oxidadas

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As maçãs oxidam rapidamente depois de descascadas e cortadas adquirindo uma tonalidade alaranjada, quase que enferrujadas. Quantas vezes estou em modo de corrida a cortar e descascar para o evitar, pois, por regra, costumo colocar um pouco de sumo de limão numa taça e tenho que estar sempre a mexer cada vez que coloco mais pedaços de maçã. No entanto, há dias, enquanto as preparava para uma receita, ocorreu-me colocar água num recipiente com sumo de 1 limão, e colocar  as maçãs lá dentro, enquanto terminava a minha tarefa de as descascar todas. E funcionou. As maçãs mantiveram-se clarinhas até seguirem o seu destino final. E, já dentro do bolo mantiveram a sua cor original.

Açúcar com Limão e Laranja

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Nunca tenho açúcar aromatizado de reserva, e, em minha opinião, o açúcar aromatizado faz toda a diferença no sabor do que pretendemos fazer.

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Para mim, açúcar aromatizado é significado de algo que faço na hora e fica com todo o sabor da casca acabada de triturar.

Costumo usar a quantidade de açúcar que uma determinada receita pede e depois coloco-a na picadora juntamente com casca de limão ou laranja, ou ambas, e pico. Além de um sabor e aroma delicioso ainda se encontram pequenos pedaços das cascas que, em certos massas, dão um toque diferente.