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Leite Colorido

Beber leite branco era, para mim em pequena, um sacrifício. Continuo a tentar, a beber sem muita vontade para dar o exemplo. Mas não serei certamente o melhor, pois as minhas filhas vão pelo mesmo caminho.

Digamos que a minha mãe me traumatizou com canecas de leite a ferver, cheias de nata a boiar, blhc que volta ao estômago só de lembrar, com muito mel para beber quando a gripe chegava. Nem sei como ainda tenho cordas vocais.

Quer isto dizer que leite branquinho na na ni na não. Para contrastar tenho uma irmã que só bebe leite branco e frio, sem adições de nada. Gostos.

E, quando se tem crianças que ganharam os genes da mãe na relação com o leite há que fazer coisas criativas, simples e funcionais. Utilizar *fruta que as crianças gostem, aqui com morangos, juntar leite ou iogurte natural, passar a varinha mágica e servir com os seus cereais preferidos. Até eu gosto 🙂

*a excepção à regra é mesmo no tempo frio. Frutas mais coloridas nem vê-las e aí o chocolate em pó entra em acção.

Convidei para Jantar… Carloz Ruiz Zafon

Podia ficar aqui a dissertar sobre Fernando Pessoa ou Camilo Castelo Branco, e o quanto gosto da sua escrita.

No entanto, o tema escolhido pela Carla para o projecto da Ana é Escritores Contemporâneos. De imediato soube quem iria convidar. E, depois deste post penso que a Patrícia já tenha ficado mais convencida sobre o livro 🙂

Lembro-me bem de quando comprei o meu primeiro livro de Carlos Ruiz ZafonA Sombra do Vento. Impossível esquecer o livro que mais me apaixonou até hoje. E, recordo perfeitamente aquele misto de senações a caminho do final. A vontade de devorar cada folha para saber mais e sempre mais, e, ao mesmo tempo aquela angústia de quem sabia que ia fechar um dos melhores companheiros de cabeceira de sempre. Se não o melhor. Não raras vezes, ainda hoje, dou comigo a sentir saudades de o reler, este saudosismo bem português… Ambientado na Barcelona franquista da primeira metade do século XX, entre os últimos raios de luz do modernismo e as trevas do pós-guerra, o romance de Zafón é uma obra sedutora, comovente e impossível de largar. Além de ser uma grandiosa homenagem ao poder místico dos livros, é um verdadeiro triunfo da arte de contar histórias.

Carlos Ruiz Zafon é um dos mais reconhecidos e lidos autores de todo o mundo. Inicia a sua carreira em 1993 com o livro El Príncipe de la Niebla  e em 2001 publica a Sombra do Vento que se torna um fenómeno literário internacional. As suas obras foram traduzidas em mais de cinquenta línguas e conquistaram vários prémios e milhões de leitores por todo o mundo.

Tudo começa em Barcelona, em 1945. Daniel Sempere faz 11 anos. O seu pai ao vê-lo triste por ele não conseguir mais lembrar-se do rosto da mãe já morta, dá-lhe um presente inesquecível; numa madrugada fantasmagórica, leva-o a um misterioso lugar no coração do centro histórico da cidade, o Cemitério dos Livros Esquecidos. O lugar, conhecido de poucos barceloneses, é uma biblioteca secreta e labiríntica que funciona como depósito para obras abandonadas pelo mundo, à espera de que alguém as descubra. É lá que Daniel encontra um exemplar de ‘A Sombra do Vento’, do também barcelonês Julián Carax. O livro desperta no jovem e sensível Daniel um enorme fascínio por aquele autor desconhecido e sua obra, que ele descobre ser vasta. Obcecado, Daniel começa então uma busca pelos outros livros de Carax e, para sua surpresa, descobre que alguém vem queimando sistematicamente todos os exemplares de todos os livros que o autor já escreveu. Uma obra excepcional do meu ponto de vista e com descrições muito detalhadas que, de imediato, nos levam a viajar no tempo. Enquanto lia o livro conseguia sentir os cheiros, ver as cores das ruas, sentir os personagens… O romance também está presente na obra… e… vale a pena ler.

Excerto
“Ainda me lembro daquele amanhecer em que o meu pai me levou pela primeira vez a visitar o cemitério dos Livros Esquecidos. Desfiavam-se os primeiros dias do Verão de 1945 e caminhávamos pelas ruas de uma Barcelona apanhada sob céus de cinza e um sol de vapor que se derramava sobre a Rambla de Santa Mónica numa grinalda de cobre líquido. – Não podes contar a ninguém aquilo que vais ver hoje, Daniel – advertiu o meu pai. – Nem ao teu amigo Tomás. A ninguém.”
Com tanto entusiasmo o post já vai longo. É que ter para jantar tão ilustre convidado faz-me esquecer do tempo.
E, para falar sobre livros nada melhor que um tosco Bolo de Maçã e umas chávenas de café.
Receita em Cups – 1 cup = 250ml e adaptada do Epicurious.

Ingredientes: 2 1/4 cups de farinha com fermento, 75gr de açúcar amarelo, 1 colher de chá de bicarbonato de sódio, 1/2 colher de chá de sal, 100gr de manteiga amolecida – não é derretida, 2 large eggs, 2 bananas esmagadas com o garfo, 160gr de iogurte de sabor à escolha ou natural, Pitada de canela, 3 maçãs granny smith cortadas em pedaços, sumo de limão

Ligar o forno a 200ºC. Misturar os ingredientes secos, excepto o açúcar. Com uma vara de arames misturar bem a manteiga e o açúcar. Adicionar os ovos 1 a 1. De seguida o iogurte e finalmente as bananas esmagadas. Juntar os ingredientes secos e misturar bem com a vara de arames. Por fim envolver as maçãs previamente regadas com um pouco de sumo de limão. Untar uma forma redonda sem buraco, ou outra a gosto, com 20cm de diâmetro e colocar a massa espalhando bem até ficar uniforme. Baixar a temperatura para os 180ºC e deixar cozer até o palito sair limpo, cerca de 40m. Deixar arrefecer numa rede e depois de frio polvilhar com açúcar em pó e acompnhar com gelado de baunilha. Como qualquer bolo de maçã e banana é viciante. As granny smith são, em minha opinião, perfeitas, pois cozem e ficam ligeiramente firmes. Para mim sentir os pedaços de maçã é delicioso.

Algumas frases do livro:

“As vidas sem significado passam ao largo, como comboios que não param na estação.”
“As pessoas estão dispostas a acreditar em qualquer coisa, antes de acreditar na verdade.”
“O tempo ensinou-me a não perder as esperanças, mas a não confiar demais nelas. São cruéis e vaidosas, sem consciência.”
“Não existem segundas oportunidades, excepto para o remorso.”
“ O difícil não é simplesmente ganhar dinheiro, difícil é ganhá-lo fazendo algo que valha a pena dedicar a vida.”
Bom fim-de-semana.
Já espreitaram as novidades aqui?

Scones

A primeira vez que fiz scones até nem correu mal. Ficaram bem fofos, muito bons mesmo, mas, ficaram mais parecidos com umas bolachas gigantes espalmadas. Quando vi esta receita sabia que eram estes que procurava. Uma amiga americana chama-lhes muffins, a Susana diz que a receita vem da Escócia.e fê-los na bimby. Hoje apresento-vos os que sairam da minha cozinha, feitos da maneira tradicional e que não me decepcionaram. Deliciosos para o lanche ou pequeno almoço.
 
 Ingredientes:
  • 250 g de farinha com fermento
  • 40 g de manteiga
  • 50 g de açúcar
  • 110 g de leite
  • 1 ovo
 
Preparação: Ligar o forno a 200ºC. Numa taça misturar o açúcar e a farinha. Derreter a manteiga e juntar ao leite. Bater o ovo ligeiramente e juntar ao leite. Abrir um buraco ao centro da farinha e colocar os líquidos. Misturar levemente até a farinha estar ligada com os líquidos. No entanto não mexer em demasia. A massa vai ficar a parecer cimento mas é mesmo assim. No forno ficam lindos e saem fofos e com a capa crocante. Untar levemente uma forma de muffins e deitar uma colher de sopa bem cheia de massa. Vão ao forno cerca de 15m. Assim que estiverem dourados estão prontos. Comer mornos simples ou com uma compota.

Crepe Envelope e os 5 Sentidos

Da minha janela vejo as nuvens cinzentas como limite no horizonte. Adivinha-se chuva. Levanta-se vento. Os meus sentidos estão em alerta, o olfacto acusa o cheiro a terra molhada, oiço os trovões, e as minhas mãos anseiam rumar à cozinha para satisfazer o meu palato. Perante tamanha simplicidade e com este vermelho vivo os meus olhos aplaudiram e eu saboreei cada pedaço como se não houvesse amanhã. De facto, este incerto Verão em pleno Agosto tem-me baralhado o apetite.

Ingredientes medidos em Cups de 250ml:
1 cup de farinha
2 cups de leite
10gr de açúcar
2 ovos
15ml de manteiga derretida
Pitada de essência de baunilha

Numa taça colocar a farinha e o açúcar. Misturar bem. Acrescentar 1 cup de leite e mexer bem com uma vara de arames, fouet, de forma a que não fique com grumos. Juntar o outro cup de leite, os ovos, a essência de baunilha e a manteiga e misturar tudo muito bem. Deixar repousar no frigorífico 15m e está pronta a usar. Rende 6 crepes grandes, com cerca de 24cm de diâmetro. Para fazer o formato envelope rechear metade do crepe com compota, ou o que apetecer, dobrar ao meio e depois as pontas dobrar para dentro e decorar a gosto. Todas estas dobrar irão transformar o crepe numa delícia em camadas de cada vez que o cortar… hummm

Panquecas de Banana

A receita base é a mesma de sempre e nunca falha, mas, desta vez resolvi juntar 2 bananas bem maduras. Para quem gosta de banana e  de pouco doce vai gostar desta versão. Faz umas panquecas muito fofas e bem perfumadas.

Ingredientes:
Cup medidor de 250ml
1,5 cup de farinha com fermento
1 cup de leite
Pitada de bicarbonato de sódio
1 ovo
15ml de manteiga derretida
2 bananas
1 colher de sopa de sumo de limão
3 colheres de sopa de açúcar

Triturar as bananas com o sumo de limão. Numa taça misturar a farinha com o açúcar e o bicarbonato. Bater o ovo com o leite e ir adicionando aos poucos à farinha e mexendo sempre para não formar grumos. O ideal é usar uma vara de arames. Por fim juntar a manteiga derretida e as bananas trituradas. Em lume brando aquecer uma frigideira anti-aderente e usar uma concha da sopa como medida para fazer as panquecas. Quando fizer bolhas à superfície voltar e deixar uns segundos do outro lado. Retirar e deixar arrefecer numa rede. Servir com chantilly e polvilhar com açúcar e canela em pó.

Panquecas Integrais de Cenoura

Admiro quem consegue fazer uma dieta sem hidratos de carbono, massas, arroz, pão, batatas, etc. Eu tento mas não consigo. Batatas não como e pão muito raramente, mas, massas e o arroz não me tirem. E foi neste dilema acabinha de chegar a casa suada de tanto dar ao litro para me livrar de hidratos de carbono a mais que me lembrei de fazer umas panquecas com farinha integral e cenoura ralada. Tinha prometido a mim mesma só comer uma, mas ficaram tão boas que comi duas…
Aqui fica mais uma sugestão para umas panquecas salgadas que tanto me começam a agradar.

Como pode haver alguém que não tenha os cups medidores que costumo usar, 250ml, desta vez pesei tudo e assim não têm desculpas para não experimentar. Espero que gostem.

Ingredientes:
65gr de farinha comum – T55
65gr de farinha integral
1 colher de chá de fermento para bolos
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de sopa de manteiga derretida
50gr de cenoura
1 colher de sopa rasa de tempero seco de alho e salsa
250ml de leite
Preparação: Misturar as farinhas, o fermento, o bicarbonato e o tempero. Adicionar lentamente o leite e com a ajuda da vara de arames ir mexendo de forma a não ganhar grumos. Juntar a manteiga derretida e por fim a cenoura. Numa frigideira anti-aderente e em fogo brando-baixo e colocando uma concha de massa de cada vez. Assim que comece a fazer bolinhas à superfície voltar do outro lado e assim que abanar a frigideira e ela se soltar está pronta. A mim rendeu-me 5 panquecas.

Nota: Para a próxima coloco mais cenoura. Ficaram muito boas e o tempero seco dá-lhe um toque irresistível. Servem perfeitamente uma refeição acompanhadas com uma saladinha e atum. Atrevam-se.

Não esquecer de ir colocando as panquecas numa rede à medida que vão fazendo. Assim libertam o vapor e não ficam com aquele ar colado ao prato e nem molhadas.

Panquecas com Atum e Legumes Salteados com Mozzarella Gratinada

Hoje deixo-vos uma sugestão bem leve e fácil de preparar, tanto pode ser para uma refeição principal, como foi o meu caso, ou então para petiscar num lanche ao final do dia com uma limonada bem fresquinha. As panquecas ficaram divinas com o toque da salsa e do alho secos.

Rende-me 5 panquecas Utilizei como medida um copo medidor de 250ml
1 cup de farinha com fermento – usei Branca de Neve
1 cup de leite
1 ovo
1 colher de sopa de manteiga derretida
1 colher de sopa rasa de tempero seco de salsa e alho
Preparação: Numa taça colocar a farinha e envolver bem com o tempero seco. Ir juntando lentamente o leite tendo o cuidado de ir sempre mexendo com a vara de arames para não formar grumos. Por último adicionar a manteiga derretida e mexer bem. Levar ao fogo médio-baixo uma frigideira anti-aderente e ir deitando conchas de sopa até acabar a massa. Deixar arrefecer numa rede.
O recheio deverá ser ao gosto de cada um. Neste caso eu usei cogumelos, atum ao natural, a minha couve, pimentos vários e cenoura ralada. Salteei no wok com um pouco de azeite e alhos esmagados e temperei de sal e pimenta a gosto. Para ligar todos os ingredientes coloquei cerca de 6 colheres de sopa de creme culinário Vaqueiro Light.
Depois rechear as panquecas e enrolar como se fosse uma torta. Coloque dois palitos ao centro da panqueca com a distância de cerca de 1 dedo entre eles e cortar no meio dos palitos. Assim ajudam a fechar a panqueca e a mantê-la de pé na travessa.
Numa travessa de ir ao forno disponha as panquecas e polvilhe com mozzarella. Levar ao forno cerca de 5m até começar a derreter.

Flor com Doce de Cereja e Molho de Iogurte Grego

Este fim-de-semana houve panquecas e enquanto arrefeciam para dar às mais pequenas lembrei-me de usar os cortadores de massa das bolachas e moldar pequenos bonecos e flores que foram comidos com uma enorme satisfação. Depois foi só deixar  imaginação fluir e transformar algo simples numa deliciosa sobremesa que garanto que irá agradar a todos. As panquecas podem ser feitas com alguma antecedência e deixar os moldes nos pratos. Quando chegar a hora de servir basta rechear a gosto e colocar o iogurte. A receita das panquecas é uma mistura do Jamie Oliver e Nigela Lawson, e, juntando o melhor de dois mundos só poderia ter como resultado as melhores panquecas que já se fizeram cá em casa.
Ingredientes:
Rende 5 panquecas medidas com a concha da sopa
* Usei como medida um copo medidor de 250ml
1 cup de farinha
1 cup de leite
2 colheres de sopa rasas de açúcar
1 colher de chá de essência de baunilha
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1/2 colher de chá de fermento para bolos
1 ovo
1 colher de sopa de manteiga derretida
Preparação:
  1.  Juntar o açúcar com a farinha, o fermento e o bicarbonato.
  2. Adicionar o leite aos poucos tendo o cuidado de ir mexendo com a vara de arames para não formar grumos.
  3. Por fim colocar a essência de baunilha e a manteiga derretida.
  4. Numa frigideira anti-aderente e em lume médio-baixo, ir deitando uma concha de massa de cada vez. Assim que começar a formar bolhas à superfície, deixar cerca de 5 segundos e voltar do outro lado deixando o mesmo tempo.
  5. Transferir para uma rede e deixar arrefecer. Este procedimento evite que as panquecas fiquem húmidas e coladas ao prato.
  6. Quando frias colocar num prato e dar a forma pretendida com os cortadores. Rechear a gosto e polvilhar com açúcar em pó.
 Vejam aqui os cortadores,  foram comprados na Casa.

Depois é só deliciarem-se com estas simples maravilhas.

Scones

Todas as receitas de scones que vejo são de uns bolinhos redondinhos todos bonitos. Andava curiosa para experimentar pois nunca me lembro de ter comido. Os meus não se parecem nada com o que vi por aí. Ficaram um pouco achatados, ligeiramente crocantes por fora, muitoooooo macios por dentro e muito leves. Não ficam como um bolo mas também não são pão. É mesmo assim? Bem, mesmo que não seja esta receita é muito boa mesmo e está no blog Catarro da Formiga. Os meus não ficaram tão bonitinhos e redondos
Ingredientes:
300gr de farinha com fermento
2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de açúcar
Essência de baunilha
1 ovo
200ml de leite
Misturar os ingredientes secos. Colocar a manteiga a amolecer um pouco. Juntar o ovo e bater tudo. Por fim a essência de baunilha e o leite e mexer bem. Despejar sobre a mistura dos secos e envolver tudo. Deitar colheradas de massa no tabuleiro forrado com papel vegetal e vão ao forno pré-aquecido a 180ºC até dourarem. E depois parar de comer se conseguir… convém 🙂 e eu nem sei quantos comi… vale que a manteiga é pouca e o açúcar também.

Panqueca de batata e frango com legumes

Quando vi a Nigella fazer estas panquecas para servir como entradas fiquei curiosa e achei que fazendo um pouco maiores que as dela poderiam servir como prato principal. Não me enganei. Simplesmente perfeito.
Ingredientes:
125ml leite
3 ovos
Sumo de limão (não usei)
60gr puré de batata instantâneo
40gr farinha
2 colheres de sopa de azeite
1/2  colher chá fermento
Preparação:
Com uma vara de arames misturar o leite com os ovos e o azeite e depois a farinha misturada com o puré e o fermento. Numa frigideira anti-aderente deitar colheradas de massa e passados cerca de 1m voltar e cozinhar do outro lado.
Para acompanhar usei um peito de frango cozido desfiado, cebola roxa às rodelas, alhos esmagados, 2 fatias de chourição, azeite, 1 lata de bouduelle e coentros picados.
Fiz um refogado com a cebola e os alhos e o chourição. Juntei o frango e os legumes e envolvi e deixar ganhar sabor uns minutos. Polvilhei com coentros frescos picados.
Ou seja, comi um restos que andavam a vaguear no frigorífico mas fica ao gosto de cada um.
Nota: Assim que terminar de juntar os ingredientes das panaquecas utilize de imediato pois caso contrário a mistura ficará como cimento. Não utilizar fogo muito alto pois corre o risco de queimar a panqueca.

Crepes com Gelado de Baunilha e Doce de Morango

Receita da massa – rende 5 dependendo do tamanho da frigideira
2 ovos
300ml leite
1 colher sopa de óleo
70gr maizena  (amido de milho)
70gr farinha
1 colher sopa de açucar baunilhado ou normal

colocar os ingredientes num liquidificador, ou, num jarro alto e desfazer tudo com a varinha mágica.

Coar para evitar que fiquem grumos e deixar repousar 15m.

Está pronta a usar e fica uma maravilha.

Deitar uma concha de líquido numa frigideira e assim que os lados levantarem virar o crepe e deixar dourar.

Rechear a gosto, eu usei o meu doce de morango e umas colheradas de gelado de baunilha.